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Dona Maria

Alentejo

 

Júlio B. Bastos Alicante Bouschet 

Grande Reserva Tinto 2014 | Alentejo

 

Este vinho é uma homenagem ao meu pai, Júlio Bandeira Bastos. è um vinho que resulta da selecção das melhores uvas provenientes de vinhas velhas de Alicante Bouschet, que foram pisadas em lagares de mármore e vinificadas com temperaturas controladas. O estágio é feito em barricas novas de carvalho francês durante 14 meses. O vinho apresenta uma cor opaca e violácea de rubi, com aromas puros de tinta-da-china, liquorice, notas de frutos silvestres e balsâmicas. Na boca revela-se muito amplo, denso e sedoso, com taninos maduros e redondos.

 

Dona Maria Amantis

Reserva Tinto | Alentejo

 

Vinho rubí escuro com muito brilho. Muito complexo, misto de vários frutos silvestres maduros. Rico e com sabor a menta, especiarias e frutos vermelhos. Muito elegante, com taninos suaves e com final persistente. Uma acidez que transmite frescura.

Dona Maria Petit Verdot

Tinto 2013 | Alentejo

 

Vinho com aspecto límpido, cor rubí retina. Aroma intenso a flores combinado com frutos silvestres. O sabor é sedutor, volumoso e fresco com taninos doces e persistentes.

Dona Maria Touriga Nacional

Tinto 2013 | Alentejo

 

Vinho com aspecto límpido, cor violácea profunda. Apresenta um aroma rico em bergamota combinado com violetas. O sabor é sedoso, amplo, equilibrado, com uma boa acidez. O final é persistente com taninos redondos.

Dona Maria Tinto

Tinto 2014 | Alentejo

 

Aspecto límpido, cor violácea viva. Complexo de frutos vermelhos com tostados, sugerindo frutos silvestres. Sabor rico a frutos vermelhos com muita persistência, equilibrado, redondo e com uma boa estrutura que lhe permite uma boa longevidade.

Ficha

Técnica

Ficha

Técnica

Ficha

Técnica

Ficha

Técnica

Ficha

Técnica

 

Situada na cidade de Estremoz

na região portuguesa do Norte Alentejo

 

… esta casa apalaçada do princípio do Séc. XVIII é hoje um ponto de referência, não só pela sua beleza como também pela sua história e qualidade dos vinhos que sempre produziu. O seu interior é rico em azulejos do século XVIII, e o mármore, típico da região, encontra-se também um pouco por todo lado. Segundo conta a história, a Quinta foi adquirida em tempos por D.João V para oferecer a uma cortesã, D.Maria, por quem estava perdidamente apaixonado.

 

Foi essa cortesã que deu o nome à Quinta e ao vinho que aqui é actualmente produzido. Esta Quinta é também conhecida como Quinta do Carmo, pois numa época posterior à edificação da casa, construiu-se uma capela datada de 1752, que foi dedicada e consagrada a Nossa Senhora do Carmo.

 

   Trata-se da melhor e mais bela casa de campo da região, conservada nas linhas originais de arquitectura Barroca e Joanina… (Inventário Artístico de Évora)    

 

No final do pátio de entrada encontra-se o Jardim, todo ele murado, rico em palmeiras seculares e com recantos cheios de história. No centro do jardim encontra-se um caramanchão de ferro entrelaçado, que cria um espaço fresco e acolhedor. Há também um pequeno lago com uma cascada de pedra e ainda um antigo tanque de rega onde se encontra uma estátua de Neptuno em mármore branco, empunhando o tridente, dominando uma nereida de monstros marinhos.

 
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